Ela corrige alterações palpebrais, como lacerações e deformidades pós-traumáticas, ptose (pálpebra caída) de diversas etiologias, pálpebra evertida (ectrópio), inversão palpebral (entrópio), lagoftalmo (dificuldade de oclusão palpebral), alterações dos cílios como triquíase e distiquíase – e das vias lacrimais – como dacriocistite aguda e crônica -, obstrução lacrimal do recém nascido, lacrimejamento, lacerações canaliculares e olho seco.
A cirurgia permite um bom desempenho visual e evita complicações, muitas vezes irreversíveis.